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Guardioes da Galaxia – Cinema (Atrasadissimo)

Guardioes da Galaxia – Cinema (Atrasadissimo)

As últimas semanas foram bem cheias por aqui. Muito trabalho, além de um surto de gripe que deixou eu e Robson de cama por uma semana. Ida pra cidade das famílias, volta e mais uma semana cheia e com aniversários (do Robson, do nosso namoro). Porém, hoje estou aqui! Hoje saímos pra caminhar e a praia estava cheia, foi um dia muito bonito (mas não quente pra se ir à praia, povo é doido). E também decidi tirar alguns minutos pra postar a minha opinião sobre os Guardiões da Galáxia, destaque do ano, destaque da Marvel. “Létisgou”?

Esse post pode conter spoilers, afinal vou falar sobre um filme que está saindo dos cinemas. A leitura fica por sua conta e risco, não me culpem se eu soltar muito “a língua”.

Sou uma grande fã da Marvel, nascido quando criança, lendo alguns gibis do meu tio. Na adolescência cheguei a ler mais algumas coisas (do X-Men, Capitão América e Homem Aranha). E gostava muito do “X-Men Evolution” que passava no SBT. Depois que vi o filme do “Homem de Ferro” fiquei muito interessada, gostei muito do jeitão do Tony Stark, das músicas do filme. Enfim, com o tempo o interesse pelos filmes aumentou de uma forma que hoje, assisti todos os filmes “interligados” além da série dos Agentes da S.H.I.E.L.D.. Desde “Capitão América: O primeiro vingador”, estamos acompanhando todos os filmes da Marvel no cinema.

Guardiões da Galáxia começa com um clima de nostalgia, da perda do garoto e da sua ida pro espaço. O tempo passa e ele se torna um “pirata” espacial, que pilha coisas de interesse para colecionadores e clientes seletos. Na busca por um “orbe” (?) ele se depara com outras pessoas interessadas no objeto, inclusive um temido vilão, famoso por acabar com planetas e espécies. Nessas idas e vindas ele conhece personagens incríveis que se juntarão a ele na proteção daquilo que eles conhecem como lar.

O filme todo se passa no espaço, em outros planetas. O 3D do filme é muito bom, na sensação de profundidade, de realismo de onde eles se encontram, de grandeza de cenários muito interessantes, planetas, estrelas, satélites e sóis. As músicas todas remetem à década de 80 ou anteriores, época que o jovem Quill é “retirado” da terra. Apesar de começar deprê, o filme logo passa pra um clima muito leve e engraçado. Os personagens “Rocket” (o guaxinim) e Groot (a árvore) são muito carismáticas, fofas, engraçadas. Quill é um belo rapaz, mas não é o típico herói. Os demais personagens do grupo dão força e sustentabilidade. Os vilões são bons, apesar de haver uma luta mesmo apenas no final.

Há ligação com os outros filmes Marvel anteriores (como Thor 2 e Os Vingadores), e é claro deixa vários assuntos em aberto para serem explorados nos próximos longas. A história é boa, leve e cheia de boas surpresas pra quem é fã, percebe várias ligações interessantes.

Fiquei apaixonada pelo Groot, que não dizia nada, mas era expressivo demais! Sem contar que considerei todas as suas ações de tamanha “filosofia”, nos fazem pensar que apesar de ele não se comunicar bem, ele demonstra em suas ações o que interessa para si e seu coração. Que criatura magnífica! Sem contar que a última cena do Groot Baby é uma fofura só!

O filme me surpreendeu (depois do clima down de Homem de Ferro 3), e tem cenas tão belas quanto em Thor 2, que eu achei de efeitos incríveis. Super recomendo!

E pra felicidade de geral, segue a cena gostosinha do Groot.

Nota: ♥♥♥♥♥

Fica a dica e a vontade de ver os comentários de vocês!

XOXO,
Grazy

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Grazy, 30. Casada com o Robson. Mamãezinha do Shih Tzu Dominic.

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