Cinema: Doutor Estranho

Já tem algumas semanas que fui assistir Doutor Estranho no cinema, afinal, como uma fã do universo cinematográfico Marvel, não tinha como não assistir!

Stephen Strange é um neurocirurgião egocêntrico que vê sua vida de cabeça para baixo quando sofre um acidente que o impossibilitam de retomar seu trabalho médico. Após gastar sua fortuna em cirurgias e tratamentos para sua recuperação ele se vê diante uma possibilidade nada acadêmica sobre uma possível cura. Porém, para alcançar seus objetivos, Stephen terá que abrir a sua mente para novas possibilidades.
Primeiramente: a escolha dos atores para as interpretações foram ótimas! Adoro a Tilda e acredito que ela foi a escolha certeira para o personagem Ancião, ou Anciã. Na verdade a Tilda dispensa gêneros né? O "sr. Sherlock" Benedict foi tudo o que eu esperava para o personagem. Acho ele incrível em qualquer coisa que faça. Adorei ver o retorno do Mads Mikkelsen, para muitos o Hannibal, para mim o Le Chiffre. A verdade é que apesar de todo o mimimi dos leitores de HQ sobre "descaracterização" a escolha de todos foi bem acertada, em relação a outro personagem super importante, o Barão Mordo.



Doutor Estranho tem aquele visual diferente dos demais filmes, algo que Guardiões da Galáxia e Homem Formiga tem. Como se trata de outras dimensões espaciais lembra um pouco os outros dois, mas com características muito próprias. A dimensão espelhada, por exemplo, é o grande diferencial do filme, além dos poderes e possibilidades que essa nova trama traz. Não é enjoativo ou mais do mesmo, apesar de a história ser uma apresentação do personagem com seus dramas, o efeito visual e uma abertura de possibilidades além do que já vimos surpreende com o filme.

Eu, particularmente, acredito que não tem como não adorar! Tem um pouco de drama, mas tem a comédia característica da Marvel em doses bem homeopáticas e nada irritantes (como considerei em A Era de Ultron). É divertido na medida certa e nos ensina valores para que sejamos pessoas mais humildes e também para sermos seres de mente mais aberta, não tão críticos. Não vejo a hora de fazer um cosplay, pegar uma esponja de aço amarrada num barbante, tacar fogo nela e "abrir portais" por ai!

Você assistiu? Conta pra mim!

XoXo,
Grazy

Natal Perfumado

Chega final de ano é aquela correria... amigo secreto, ceia de natal, correr atrás dos objetivos que não atingiu e presentear pessoas que amamos! Apesar de o Natal ser uma comemoração mais significativa que presentes nós gostamos de mimar quem amamos. E tem mimo melhor que um cheirinho, um presente todo lindoso cheio de significado?

A Natura, como sempre, caprichou nos kits de natal esse ano e desenvolveu uma série de presentes para todos os gostos e idades! Eu mesma amooooo os sabonetes da Natura, tenho uma coleção e não fico sem. Os kits estão lindos e super presenteáveis. Quem quiser me presentear pode me mandar sabonetinhos e makes viu?! Qual amigo secreto não ficaria faceiro com um presente desses? Então segue várias opções de presentes para vocês escolherem!



E o melhor de tudo é que dá pra comprar online e algumas opções acompanham embalagem pra montar. Lá no site da Natura tem tudo isso e mais um montão de opções de kits, são mais de 40 opções! Vamos antecipar o Natal?

XoXo,
Grazy

Precisamos falar sobre Black Mirror.

Já faz algumas semanas que eu assisti Black Mirror. Comecei com os dois primeiros episódios da terceira temporada, depois pulei para a primeira temporada e assisti "em ordem" as demais. Em poucos dias eu tinha visto tudo e estava regurgitando cada informação que a série quis passar...

Esse post pode conter spoilers, eu tento não soltar! Então leia por sua conta e risco.

Black Mirror é uma série de episódios "soltos", sem ligação nenhuma um com o outro. Todos os temas abordam a posição da humanidade sobre a tecnologia, como a usa ou como a usaria. Ali percebemos muita crítica acerca do uso das redes sociais, inteligência artificial e outros aparatos tecnológicos que, se ainda não existem não estão longe de se tornarem acessíveis.


"Black Mirror", ou espelho negro, pelo criador da série Charlie Brooker, nada mais é que as telas negras dos smartphones, tablets e smart tvs, que nos reflete quando desligadas. E realmente, por meio desses instrumentos, podemos nos tornar boas ou más pessoas. Para mim o mais interessante em todos os episódios em todas as temporadas é que, em parte, nos identificamos com os personagens e seus dilemas.

Num momento alguém vive uma vida maravilhosa no Instagram, perfeita, e torna-se famosa e querida de acordo com o seu número de likes. Essa mesma pessoa pode estar num comentário do G1 destilando ódio gratuito contra negros. A internet pode ser arma de ódio ou método de ostentação.

E se você fosse pego em algum momento íntimo e fosse ameaçado de ser exposto? Você faria qualquer coisa para evitar a exposição? E diante de uma perda dolorosa aceitaria conversar com uma inteligência artificial que substituísse essa pessoa online? Se pegar diante dessas situações é o que mais pesa quando se assiste Black Mirror.

O que me surpreende nos episódios é que todas as possibilidades são cabíveis e você pensa que talvez agiria da mesma forma que o personagem. Você se pega pensando se usaria uma certa tecnologia pelo seu bem estar. Acaba pesando a possibilidade, "e se?"... A parte mais dolorosa é ver que estamos sim escravos dos nossos celulares, dos nossos likes. Que somos vítimas do cyberbulling, ou em algum momento seremos xingados através de ódio gratuito por pessoas que nunca sequer trocaram uma palavra com você. É aquele lance: expôs a opinião pede resposta, ou, tá na chuva é pra se molhar.


A série me levou a pensar em várias coisas e me deixou bem noiada. Sério. Eu assisti os episódios num intervalo de 3-4 dias, não me lembro bem. Mas lembro que, apesar de uns episódios que foram chatos como o do Waldo, até mesmo o entediante me deixou com o cérebro funcionando por horas, pensando naquilo como se fosse real. O negócio é que Black Mirror é tão humanamente familiar que o torna extremamente submersivo.

A série é inglesa e vemos alguns rostos bem conhecidos durante a série. A linda da Hayley Atwell (que interpreta a Agente Carter da Marvel) atua em um episódio que me despertou emoções. Junto dela tem o fofíssimo do Dormhnall Gleeson (que interpretou o irmão do Rony, Gui Weasley ♥). As duas primeiras temporadas foram produzidas para a Endemol e a terceira temporada foi produzida pela Netflix. Ambas temporadas estão disponíveis no programa de stream

Ainda estou tentando fazer o Robson assistir. Ele pegou um trecho meio chatinho de um dos episódios e agora não quer ver, hahaha. Mas acredito que uma hora ou outra ele assiste. E eu quero saber quem aí também vai ver e quem viu. Vamos conversar sobre isso?

XoXo,
Grazy