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Conheça a Aleatory!

A camisa polo foi criada como uniforme para tenistas, lá na década de 20. São camisas de manga curta, colarinho leve e pequenas fendas laterais. Lembro como se fosse ontem quando o marido passou a usar camisa polo. Ele queria um visual mais profissional e maduro e eu sugeri que ele passasse a usar o modelo. Ele foi numa loja de departamentos e provou duas. Se habituou tanto ao modelo que hoje é o seu preferido! Porém o gosto é bem selecionado: ele gosta das cores básicas, sem estampas!

É claro que ainda incluímos camisetas de modelos simples com estampas bacanas no dia-a-dia. Ele gosta dos modelos vintage, de banda ou temas de fotografia ou praia. Eu prefiro as com estampas divertidas e frases de impacto. Apesar de eu não ser uma grande adepta da camisa polo no meu armário eu já usei na época da faculdade.

Pensando nisso, fui convidada pela Aleatory a conhecer a sua loja online e fazer uma wishlist com a minha cara e meu estilo e quem sabe adequar uma camisetinha polo no meu estilo atual?

A loja é bem completa, tem modelos femininos, masculinos e infantis e modelos que vão da camiseta simples à calça jeans maravilhosa!


- Vestido Aleatory Listrado First
- Vestido Aleatory Listrado Cloud
- Vestido Aleatory em Suede Café
- Moletom Aleatory Feminino Estampado Off-White
- Saia Aleatory em Suede Bordô
- Camisa Polo Aleatory Feminina Lycra Flow

Produtos de primeira qualidade! Algumas camisas polo tem Lycra, o que ajuda a modelar e dá mais conforto. Já conhecia a Aleatory?  A marca tem a minha idade, foi criada em 1988 em São Paulo. Além da loja online você encontra lojas físicas também.

XoXo,
Grazy

Livro Dobradinha - Mansfield Park e Abadia de Nortanger


Finalmente eu terminei as leituras Jane Austen e me sinto uma pessoa realizada, hahahaha. Na verdade eu as terminei em novembro, porém, como a correria tava imensa as fotos estavam sem edição e eu não queria mostrar fotos meia boca pra vocês. Ainda mais de uma edição maravilhosa como essa!!!

A versão azul Jane Austen, da editora Martin Claret, contém três livros: Emma, Mansfield Park e A Abadia de Northanger. Emma eu já havia lido noutra ocasião e resenhado aqui (no fim deste post ficarão todos os links de resenhas ok?). Então vamos pras resenhas desses dois últimos livros que li e que completaram minha experiência Austen!


Mansfield Park é a história de Fanny, uma jovem de família humilde que, com dez anos, passa a ser criada pelos tios mais abastados na linda propriedade de Mansfield Park. Os principais acontecimentos ocorrem quando Fanny já é moça e passa a viver em sociedade. Ali, ela cresce com os primos, recebe boa educação mas ainda se sente um peixe fora d'água.

Diferente das demais personagens de Austen, nossa Fanny é frágil, tímida e recatada. Ela, por ser parte pobre da família que teve uma chance de ser bem criada, fora muito humilhada no seu crescimento, porém ela se sentia sempre muito agradecida pela oportunidade de ali estar. Quando cresce ela se torna uma bela moça que desperta a atenção dos rapazes que convivem com sua família. Porém seu puro coração desperta um sentimento forte por um dos primos, com quem sempre se deu bem e com quem tem uma forte amizade.



Lendo "Mansfield" percebi que a quantidade de personagens parecia maior que nos livros anteriores. Não sei se foi apenas impressão. Sem contar que cada um tem uma particularidade incrível! Talvez seja a diferença nas suas personalidades que os tornam tão marcantes e pareça que são muitos! Dá pra perceber a diferença das três irmãs (mãe da Fanny e suas duas tias), que são berrantes! Também há uma grande diferença na personalidade dos seus primos. Enfim, são personagens distintos, bem trabalhados que se combinam em um conjunto. Eu gostei muito dessa narrativa, porque ela tem um enredo diferente das demais. Fanny não se preocupa tanto com casamento e sua "história" é mais de inserção na sociedade e seu crescimento. Gostei muito! Sem contar que é uma história bem longa e bem construída. Eu adorei!


A Abadia de Northanger é, dos livros, o que menos gostei. Conta a história de Catherine, uma moça espevitada que passa uma temporada na turística Bath (conhecemos esse lugar pois foi onde a Lydia "fugiu" com o Wickham em "Orgulho e Preconceito"). Cath é uma leitora voraz, o que a torna super imaginativa. Em Bath ela é apresentada à sociedade e pode ter conhecimento de rapazes, que nutrem os seus sonhos. Desses sonhos desperta-se Henry Tylner, que tem uma irmã que logo se torna amiga de Catherine. Ela descobre que a família Tilney é proprietária de uma Abadia e passa a sonhar com os mistérios do lugar até ser convidada a visitá-lo. Ali ela conhece um pouco mais sobre a família e sobre seus próprios sentimentos.


Eu não sei se gostei, por isso digo que dos livros foi o que menos gostei, porém, é digno de leitura. O ritmo desse livro me foi bem mais rápido que os demais, e como uma leitora que adora detalhes, achei isso um ponto negativo. Os personagens são animados e carismáticos, não há nada de melancólico, afinal, é a energia dos dias ensolarados perto do mar que inspira esses personagens! Mas eu gosto do jeito subentendido do Darcy, haha. Enfim, foi uma leitura bem diferente das demais, bem bacana.


Mesmo com os contras acredito que todos os livros da Jane Austen são dignos de leitura. Recomendo fortemente essas leituras e principalmente essas edições da Martin Claret. Páginas firmes, fonte de tamanho bom e tudo organizadinho, sem falar das bonitas ilustrações que introduzem cada livro e essas capas maravilhosas!


Leia as demais resenhas!
Orgulho e Preconceito
Razão e Sensibilidade
Emma
Persuasão

Já leu algum? Conta pra mim!

XoXo,
Grazy

Cinema: Inferno

Esse é um daqueles posts da série "coisas que fiz ano passado e não resenhei". 
Na semana de estréia fui assistir Inferno. Quem me conhece sabe que eu curto muito os livros que contam as aventuras do Robert Langdon e além disso eu adoro essa junção de corrida contra o tempo com a história. Os livros do Dan Brown me prenderam de uma forma que não consigo expressar. Aprendi muita coisa incrível e sei que, por mais que haja ficção em suas histórias, o embasamento histórico que ele tem é muito bom, afinal, ele é casado com uma historiadora.

Inferno conta a história da quarta aventura de Robert Langdon, professor e simbologista. A sequencia de eventos foi desestruturada por Hollywood: começa-se com Anjos e Demônios seguidos de O Código Da Vinci, O Símbolo Perdido finalizando com Inferno. Houve bastante murmurinho quando Inferno foi anunciado, porque pularia O Símbolo, que conta uma história onde o pano de fundo é a maçonaria. Apesar de toda a revolta popular por este ter sido esquecido (por enquanto) eu considero Inferno uma história melhor e bem mais ambientada no nosso presente. Sei que a comoção em relação a O Símbolo se deve bastante ao fato de a Maçonaria ser uma instituição que gera curiosidade. Mas acredite, é mais simples do que parece.


Inferno começa com um professor Langdon sofrendo de amnésia em uma cama de hospital e um ferimento na cabeça. Ele percebe estar em Florença, na Itália, mas não sabe como chegou lá. Caçado por uma estranha, ele é auxiliado por Sienna Brooks, uma jovem médica que o esconde. No esconderijo ele percebe um tubo que, acionado com sua digital, revela segredos do Inferno, de Dante, que o levam à uma busca desesperada para impedir que um poderoso vírus se espalhe pelo mundo.


Eu gostei muito do filme, das ambientações e do ritmo da história. É a fórmula "Código Da Vinci" que sempre deu certo, apesar de Anjos e Demônios continuar minha história favorita. Eu adoro Tom Hanks e hoje não imagino outra pessoa como Robert Langdon. Porém me decepcionei com a Felicity Jones no papel de Sienna. Ela não me convenceu. Eu não sou fã de suas atuações, me julguem. Apesar de ter lido o livro em 2013 eu lembrava de alguns detalhes bem importante e o final do filme, modificado em relação ao livro, ficou bom, mas também não me convenceu. Assim como Anjos e Demônios, ficou faltando aquele "tchan" que existe no livro mas que cortaram no filme para evitar o mimimi.

ALERTA DE SPOILER: No livro Inferno, o balão onde a doença se encontra é hidrossolúvel e quando encontrada já havia sido diluída uma semana antes, liberando o vírus que tornará 1/3 da população infértil e levará o mundo a uma nova era. No filme eles salvam o balão e o vírus não propaga. No livro Anjos e Demônios o Carmelengo descobre que o Papa era seu pai biológico, que seu pai padre e sua mãe freira amavam-se tanto que queriam ter um filho, mas para não quebrarem seus votos decidem por uma inseminação artificial. Ela deixa de ser freira pra cuidar do menino e quando esta vem a falecer o padre "adota" o menino e o incentiva ao clérigo. Quando este cresce e descobre a verdade planeja ser o próximo papa, como se fosse seu "trono por direito". No filme o Carmelengo até deseja ser papa e planejou todo o ataque, mas porque ele é revoltadinho mesmo e não concordava com o conceito de uma Igreja que abraça a ciência.
 Inferno é um ótimo filme, onde somos ambientados a lindos lugares como Florença e Istambul. Aprendemos sobre história e literatura. E somos apresentados à parte mais bacana de A Divina Comédia, o Inferno de Dante. Não é espetacular, mas é muito bom e vale a pena ver!

Você assistiu? Conta pra mim!

XoXo,
Grazy